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Marcha pela Vida em Varsóvia celebra 1.060 anos de cristianismo na Polônia

Participantes carregam a bandeira da Marcha Nacional pela Vida na Polônia. | Tomasz Daniluk/Ordo Iuris Milhares de pessoas reuniram-se em Varsóvia no último domingo (19), para a Marcha Nacional...

Participantes carregam a bandeira da Marcha Nacional pela Vida na Polônia. | Tomasz Daniluk/Ordo Iuris Milhares de pessoas reuniram-se em Varsóvia no último domingo (19), para a Marcha Nacional pela Vida, organizada sob o lema Fé e Fidelidade 1966-2026, em comemoração ao 1060º aniversário da cristianização da Polônia. O evento combinou observância religiosa, participação cívica e defesa da vida, atraindo famílias, clérigos, ativistas e figuras públicas para o centro de Varsóvia. O dia começou com missas celebradas em duas das principais igrejas da cidade. Na basílica arquicatedral de São João Batista, o bispo auxiliar de Varsóvia, Piotr Jarecki, celebrou a liturgia, enquanto o bispo auxiliar de Varsóvia-Praga, Tomasz Sztajerwald, celebrou a missa na catedral de São Miguel Arcanjo e São Floriano em Varsóvia-Praga. Os participantes se reuniram depois na praça do Castelo, onde a marcha teve início oficialmente. Os organizadores descreveram o evento como uma manifestação pública de apoio à vida e à família, enraizada na tradição cristã da Polônia. O arcebispo metropolitano de Varsóvia, Adrian Galbas, incentivou a participação antes do evento, apresentando-o como um testemunho da dignidade humana. “Queremos testemunhar que amamos a vida”, disse ele. “Tragam suas famílias! A vida triunfa sobre toda morte”. A procissão percorreu as ruas do centro de Varsóvia sob o lema histórico que celebra a herança cristã da Polônia. À medida que os participantes se aproximavam do palácio presidencial, o presidente do país, Karol Nawrocki, discursou, relacionando a marcha a questões sociais mais amplas. “Apoio iniciativas que servem à Polônia, e esta iniciativa certamente serve à Polônia”, disse ele. “É também uma resposta à profunda crise demográfica. Hoje, a resposta para muitos problemas poloneses reside precisamente nas famílias polonesas, em nossa identidade, em lembrar de onde viemos e para onde vamos”. Os organizadores disseram que a marcha tinha como objetivo não só demonstrar convicção pró-vida, mas também promover uma reflexão mais ampla sobre a identidade nacional e a coesão social. Um dos símbolos mais importantes carregados na marcha foi uma réplica do ícone de Nossa Senhora de Częstochowa, que viaja internacionalmente há 14 anos como parte da peregrinação De Oceano a Oceano em defesa da vida. O ícone já percorreu cerca de 220 mil km e visitou 32 países em cinco continentes. A Marcha Nacional pela Vida é organizada pela Fundação São Bento, junto com dezenas de grupos pró-vida de toda a Polônia, e acontece sob o patrocínio honorário da Conferência Episcopal Polonesa. Patrycja Michońska-Dynek, diretora do Centro de Imprensa da Arquidiocese de Varsóvia, disse à EWTN News que há uma mudança na opinião pública em relação ao aborto na Polônia, como uma crescente aceitação social e aumento nos apelos por sua liberalização, atribuindo essas mudanças à secularização, às pressões culturais e às diferentes interpretações de liberdade. Michońska-Dynek disse também que, embora os valores pró-vida continuem sendo importantes na sociedade polonesa, as gerações mais jovens costumam abordar a questão com perspectivas mais matizadas, principalmente em situações complexas ou excepcionais. Promover uma “cultura da vida” deve abranger apoio prático às famílias, como assistência para mães solteiras e casais em crise, disse Michońska-Dynek. Lidia Sankowska-Grabczuk, uma das organizadoras da Marcha Nacional pela Vida, disse à EWTN News que o movimento pró-vida na Polônia vai além de um foco isolado na questão do aborto. “Em resumo, o movimento pró-vida é o movimento antiaborto. Na nossa visão… é um pouco diferente. Não o reduzimos a uma agenda de uma única questão”, disse ela. Uma visão tão restrita “o despoja do seu verdadeiro significado”. Embora a proteção da vida dos nascituros continue sendo fundamental, ela a descreveu como parte de uma visão mais ampla, enraizada no que chamou de “a voz pública do cristianismo polonês”. Lidia delineou três pilares fundamentais que sustentam o movimento. O primeiro é o “respeito pela vida”, que abrange não só os nascituros, mas também a solidariedade com os idosos, as famílias e os necessitados. O segundo é a família como alicerce da sociedade, fundamentada na compreensão tradicional do casamento e seu papel na estabilidade social da Polônia. O terceiro pilar é “um Estado a serviço do bem comum”, mostrando uma visão da política como serviço e um apelo por maior solidariedade social. Sankowska-Grabczuk falou também sobre a importância da identidade histórica e cristã da Polônia na formação do movimento. Ela disse que as marchas recentes marcaram intencionalmente importantes marcos nacionais, como o milésimo aniversário da primeira coroação real da Polônia no ano passado. Ela disse que essas comemorações mostram como o movimento vê sua missão como inseparável do desenvolvimento histórico da Polônia, onde o cristianismo influencia há muito tempo tanto a identidade nacional quanto os valores sociais. Entre os participantes internacionais estava Tonio Borg, presidente da Federação Europeia One of Us. Ele exortou os participantes a permanecerem firmes em suas convicções, apesar das críticas ou da pressão pública. “Não tenham medo de serem caluniados e ridicularizados por buscarem proteger a vida desde o momento da concepção”, disse ele, incentivando o engajamento público e a defesa da causa. Borg também pediu aos seus apoiadores que façam suas vozes serem ouvidas na esfera pública, falando sobre a importância de influenciar os legisladores e demonstrar que “o nascituro é um de nós”. Marcin Perłowski, diretor do Centro para a Vida e a Família, disse que os participantes se reuniram na marcha movidos por uma convicção dividida de que “a vida humana começa na concepção” e deve ser defendida. Ele disse que a Marcha Nacional pela Vida é uma demonstração pública dessa crença, descrevendo-a como uma manifestação “contra todos aqueles que se opõem aos nascituros”. Bryan Lawrence Gonsalves é um apologista e ensaísta nascido nos Emirados Árabes Unidos, que atualmente vive na Lituânia. Seu trabalho se concentra na doutrina social católica, teologia, dignidade humana e questões sociais contemporâneas. Enquanto milhares se reúnem para a Marcha pela Vida de hoje em Washington, DC — o maior evento anual pró-vida nos EUA — os apoiadores em casa podem "marchar" divulgando a mensagem pró-vida nas redes sociais. Milhares de pró-vida participam da 18ª Marcha Nacional pela Vida e contra o aborto em Brasília Milhares de pessoas participaram ontem (10) da 18ª Marcha Nacional pela Vida e contra o aborto e segunda Marcha Distrital pela Vida na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com o tema: “Salvem os humanos!” Dezenas de milhares de ativistas pró-vida de várias idades e origens caminhavam com cartazes feitos à mão no National Mall até o prédio da Suprema Corte dos EUA na última sexta-feira (24), lotando as ruas de Washington, D.C., para a 52ª Marcha anual pela Vida. Cerca de 2 milhões de pessoas vão desfilar pelas ruas amanhã (6) em uma das maiores celebrações públicas católicas da Europa, com a procissão dos Três Reis Magos marcando a Epifania do Senhor em 941 cidades e vilas em todo o país. O que o novo presidente da Polônia significa para o país e para a Europa cristã Católico praticante e conservador, filiado ao partido Lei e Justiça (PiS, na sigla em polonês), Nawrocki foi eleito em um segundo turno acirrado no início de junho. Embora a presidência polonesa seja em grande parte simbólica, o cargo pode se tornar especialmente importante em momentos de polarização. --- Fonte: ACI Digital URL Original: https://www.acidigital.com/noticia/67759/marcha-pela-vida-em-varsovia-celebra-1060-anos-de-cristianismo-na-polonia

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